sábado, 4 de dezembro de 2010


Entre gritos e lágrimas sufoco-me.
o desespero toma conta e penso em quebrar promessas que se não fossem pelo que são,
já não teriam valor algum.
A solidão vem com tudo me deixando fora de mim.
Luto já sem forças.
Preciso fazer algo, não posso continuar assim.
Me acalmo, mas não por muito tempo.
Novamente sou atingida por essa onda
de lembranças e dor.
Afogo-me aos poucos,
sob as águas revoltas não penso no físico,
o que dói é a alma.
Não sei o que sou e nunca soube.
Tampouco o que sinto ou serei.
Viver ou morrer me é indiferente.

"Eu vejo tudo o que se foi e o que não existe mais..."

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