sábado, 29 de janeiro de 2011
Agora pouco estava passando o Making Off de Harry Potter. Eu não sou fã, mas acabei assistindo ao filme. Enquanto a Emma Watson falava, o que me chamou atenção foi o seu inegável sotaque inglês, que é quase como um sonho de tão perfeito. Com Colin Firth também não é diferente, já que além do sotaque ele também tem um "charme britanico" inconfundível .
Depois fiquei pensando quantas pessoas não tem sonhos "geograficamente realizáveis". Também pensei em quantos ingleses não tem o sonho de conhecer o Rio de Janeiro e em quantas pessoas não sonham em morar em outros países sem saberem, ao menos, se seriam felizes lá.
Eu admito que tenho uma fixação pela Inglaterra e sonho em conhecer a Itália. A diversidade cultura é fascinante. Para que estagnar, se é possível voar mais alto?
Retalhos
Prestes a começar a ler Retalhos, de Craig Thompson, enquanto lia a sinopse, um trecho me chama atenção:
"...nas frias noites de nevasca, como é dormir pela primeira vez com alguém que você ama, em um universo conjunto sob as conversas."O título em si, já mexe um pouco comigo. Provavelmente os retalhos a que Thompson se refere são trechos da vida dele. É exatamente como me sinto. Sou retalhos a espera de um momento oportuno para que possa me juntar e fazer algum sentido.
Depois que comecei a ler, não demorou muito até que me deparasse com outro trecho chamasse a minha atenção.
"Eu queria queimar estes artefatos infantis porque as linhas - que haviam sido minha fuga - agora serviam de lembrança. Eu queria queimar minhas memórias."Acho que todo mundo já teve um momento desses. Algo do estilo "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças". E essa busca incessante pelo esquecimento de algum erro cometido, uma escolha errada ou mesmo lembranças de momentos ruins que já passaram, mas que ainda hoje trazem muita dor.
E pra finalizar um último trecho que para mim, foi o mais triste do livro. Provavelmente porque coincidiu com o momento que eu estava passando. Acredito que não a situação em si, mas o que se passou com ele para tomar essa atitude.
"Raina, estou ligando para dizer Adeus..."Uma coisa é certa, ele a amava. Optou por outro caminho quando percebeu que ir adiante só traria sofrimento. No final a vida é assim. Não dá para sair ileso dela. O jeito é se adaptar, buscar novas coisas e dar valor ao que se tem.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Jane Austen e suas heroínas
As heroínas dos romances de Jane Austen são encantadoras. Um exemplo para a época em que viveram. Seus livros são uma viagem para quem gosta de romances "água com açúcar". Muitos gostariam de vivenciar histórias de amor como aquelas.
Essas biografias de sites mostram a vida dos autores muito objetivamente, só quando vi "Amor e Inocencia", filme baseado na vida da autora, pude entender realmente o porque de suas personagens e de suas características. Todas elas tem um pouco(ou muito) do que a própria Jane gostaria de ter sido ou tido. Incluindo os finais felizes, que nunca fizeram parte da vida da autora.
Durante toda a sua vida, Jane sofreu por amor mas nunca deixou de sonhar com ele. E sem duvida essa é uma mensagem presente em todas as suas obras.
Essas biografias de sites mostram a vida dos autores muito objetivamente, só quando vi "Amor e Inocencia", filme baseado na vida da autora, pude entender realmente o porque de suas personagens e de suas características. Todas elas tem um pouco(ou muito) do que a própria Jane gostaria de ter sido ou tido. Incluindo os finais felizes, que nunca fizeram parte da vida da autora.
Durante toda a sua vida, Jane sofreu por amor mas nunca deixou de sonhar com ele. E sem duvida essa é uma mensagem presente em todas as suas obras.
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